Você vai? O Steve…

Raphs diz:
tipo
tu quer ter guitarra pra COMEÇAR A APRENDER E SE DEDICAR
ou só pra fazer barulho nos dois primeiros meses depois encostar?
e colocar pendurada na parede
quero matar quem faz isso
looke terá uma guitarra em menos de uma semana, orrô. diz:
pra conectar no play2

Parem de chorar, vem post por aí.

Autor: Raphs

Três palavras definem bem o autor: velho mau humorado. Fisicamente, três anos a menos. Mentalmente, sessenta anos a mais.

21 comentários em “Você vai? O Steve…”

  1. porra…
    eu toco guitarra e odeio nerds de Guitar hero, rock band e afins..
    pensam que sabem tudo, e quando encostam numa GUITARRA ficam todos envergonhadinhos, pq nao sabem tocar…
    então PORRA, quando for se referir a um jogo, não diga que saiba TOCAR, diz que sabe JOGAR a musica, pq tem uma puta diferença, a unica coisa que é igual é o ritmo…..

    e mesugem nerd de GH.

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  2. @joão pedro

    Jogo Guitar Hero, falo “tocar tal música no GH”, e não acho que sei tocar guitarra. Aliás, nenhum dos meus amigos fodas no GH acham isso… e nunca vi alguém que achasse O.o

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  3. @joão pedro

    é meio mongolice ficar com ciuminho de quem jogar GH. Eu mesmo não tenho paciência pra aprender guitarra, adoraria aprender. Jogo GH quase que diariamente desde que comprei meu Ps2, tanto no controle quanto na guitarra e tal.

    Ficar com ciuminho, dizer que “a nerdaiada se acha porque toca no expert” é babaquice. Tipo, o cara que faz 100% em Trough the Fire and Flames MERECE SIM algum crédito, já que talvez seja uma das tarefas mais difíceis da HISTÓRIA dos consoles.

    Agora botar uma guitarra de verdade na mão do cara e pedir pra ele fazer igual é a mesma coisa de pedir pro campeão mundial de Winning Eleven jogar no Real Madrid.

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  4. não disse que tenho ciumes, eu tbm jogo, e no jogo no hard razoavelmente… e pelo jeito vivemos em mundos diferentes..

    mas me diz uma coisa, esses caras que tocam Trough the Fire and Flames no expert, são uns viciadinhos, e por tocarem essa música, que eu sei que realmente é dificil, NO GH, acham que sabem tudo sobre as bandas que tem musicas no jogo, sabem todas as musicas, viram FÃS, de todas, sendo que conhesem 2 musicas de cada banda, e já acham que sabem tudo, tipo, o jogo é afude, mas os players criaram muita fantasia em cima, e como no blog já foi dito uma vez, a maioria dos programadores de games são guitarristas frustados, como os players, se transformam.

    e quando eu disse que os caras que jogam, pegam uma guita e ficam sem saber o que fazer me refiro que a maioria dos meus amigos nerd de gh, já tentaram tocar, e viram como é diferente um jogo da realidade, e se desepcionaram.

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  5. “Agora botar uma guitarra de verdade na mão do cara e pedir pra ele fazer igual é a mesma coisa de pedir pro campeão mundial de Winning Eleven jogar no Real Madrid.” [2]

    E porra: se um cara amigo seu pegou numa guitarra de verdade e “viram como é diferente o jogo da realidade, e se decepcionaram”, não vejo como o cara consegue ser tão burro percebendo isso agora. Não cabe a mim dizer que JOGO DIFERE DA REALIDADE, Ô ANTA DO CACETE!

    Também não tem nada a ver “guitarristas frustados” com Guitar Hero ou com programadores de games. Você tá criando ligações entre coisas distintas e que devem ser tratadas de maneiras muito diferentes. Então para pra pensar e deixa de ser “mimimi quem toca GH acha que sabe, mimimi gosta de duas músicas, mimimi”, porque tanto um cara que joga Guitar Hero tanto um cara que toca de verdade podem achar que manjam muito de música, quando não necessariamente isso acontece. O que você fala pode ser tanto aplicado para jogadores de GH como guitarristas de verdade.

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  6. @Vitor

    Ornitorrinco
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    O Ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) é um mamífero semi-aquático natural da Austrália e Tasmânia. É o único representante vivo da família Ornithorhynchidae, e a única(a) espécie do gênero Ornithorhynchus(b). Juntamente com as équidnas, formam o grupo dos monotremados, os únicos mamíferos ovíparos.

    O ornitorrinco é carnívoro e alimenta-se de insectos, vermes e crustáceos de água doce, tendo o corpo adaptado para uma vida aquática ou terrestre. Apesar de ser um mamífero, o ornitorrinco, em vez de dar à luz às suas crias, põe ovos que são parcialmente chocados no interior do corpo. Possui ferrões em suas patas e quando acuado os utiliza causando uma dor insuportável. Outra diferença importante em relação aos mamíferos placentários é que as fêmeas deste animal não têm mamilos e as crias sugam o leite materno através dos poros existentes em meio a pelagem da barriga. Quando as crias dos ornitorrincos estão dentro de um ovo, possuem um dente na ponta do bico chamado dente do ovo. Este destina-se a perfurar a casca do ovo. Pouco tempo depois do nascimento este dente cai.

    As características atípicas do ornitorrinco fizeram com que o primeiro espécime empalhado levado para Inglaterra fosse classificado pela comunidade científica como um embuste. Recentemente (2004), uma equipe de cientistas da Universidade Nacional da Austrália mostrou que as diferenças existem também ao nível genético: os ornitorrincos apresentam dez cromossoma sexuais, em vez dos dois (XY) dos mamíferos não monotremados. O ornitorrinco é o representante atual de um ramo de mamíferos que se diversificou no Cretácico inferior, mas que não está relacionado com os mamíferos placentários. Assim, não se pode concluir que esta espécie se trata de um antecessor primitivo, porque é totalmente separada.
    Índice
    [esconder]

    * 1 Taxonomia e etimologia
    * 2 Evolução
    * 3 Reprodução
    * 4 Estado de conservação
    * 5 Notas
    * 6 Referências

    [editar] Taxonomia e etimologia

    Quando o ornitorrinco foi descoberto pela primeira vez por europeus em 1798, um esboço e uma pelagem foram enviadas de volta para o Reino Unido pelo Capitão John Hunter, o segundo governador de Nova Gales do Sul. Os cientistas britânicos primeiramente estavam convencidos pelos atributos que se tratava de um hoax. George Shaw, que produziu a primeira descrição do animal no naturalista do Genérico, em 1799 dizia que é impossível não se entreter dúvidas quanto à sua verdadeira natureza, e Robert Knox acredita que ele pode ter sido produzido por alguns Asiáticos taxidermist. Pensou-se que alguém tinha costurado um bico de pato sobre o corpo de um castor-como animal. Shaw sequer tomou uma tesoura para verificar se havia pontos na pele seca.

    O nome em inglês, Platypus, é uma palavra latina derivada do grego ?????? ( “platys”, plana, larga) e ???? ( “pous”, pé), significando “pé chato”. Shaw atribuído-lo como um gênero Linnaean nome quando ele é descrito inicialmente, mas descobriu-se rapidamente que o termo já pertencia à madeira-boring Ambrosia escaravelho (gênero Platypus). Foi descrita como independente Ornithorhynchus paradoxal por Johann Blumenbach, em 1800 (a partir de uma amostra dada a ele por Sir Joseph Banks) e na sequência das regras de prioridade de nomenclatura que mais tarde foi reconhecido oficialmente como Ornithorhynchus anatinus. O nome científico é obtido a partir de Ornithorhynchus ???????????? ( “ornithorhynkhos”), que literalmente significa “pássaro focinho”, em grego , E anatinus, que significa “igual a pato” em latim.

    Não há qualquer acordo universal sobre o plural de “Platypus” no idioma Inglês. Cientistas geralmente usam “platypuses” ou simplesmente “Platypus”. Coloquialmente, “platypi” também é utilizado para o plural, embora isto seja pseudo-latim; o grego plural seria “platypodes”. Inicialmente os colonos britânicos chamaram-o por muitos nomes, tais como watermole, duckbill, e duckmole.

    [editar] Evolução

    Estudos sobre o genoma do ornitorrinco, o estranho animal com pele, pêlos, bico de pato, rabo de castor e patas com membranas, apontaram que o animal tem semelhanças a nível genético tanto com os répteis, aves e mamíferos, segundo relatório publicado pela revista Nature[1].

    A espécie de 40 cm de comprimento faz parte da família dos monotremados: a fêmea produz leite para alimentar os filhotes e são ovíparos. Sua pele é adaptada à vida na água e o macho possui um veneno comparável ao das serpentes.

    “O genoma do ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus), assim como o próprio animal, apresenta um amálgama de características que pertencem a um réptil ancestral e são derivadas de mamíferos”, segundo os pesquisadores. Alguns dos 52 cromossomos, ligados às características sexuais, correspondem também a aves.

    “Esta mistura fascinante dos traços no genoma do ornitorrinco traz muitos indícios sobre o funcionamento e a evolução de todos os genomas de mamíferos”, afirma em um comunicado o principal autor do estudio, Richard Wilson, diretor do Centro de Genoma da Universidade de Washington.

    De fato, se compararmos seu genoma ao de outros mamíferos “seremos capazes de estudar os genes que foram conservados durante a evolução”, explica. O ornitorrinco é “único”, uma vez que manteve características de répteis e mamíferos, especificidade que a maioria das espécies perdeu ao longo da evolução, lembra por sua vez Wes Warren, da mesma universidade.

    O seqüenciamento do genoma do ornitorrinco foi realizado com uma fêmea, batizada de Glennie, que vive na Austrália. Equipes de oito países participaram da pesquisa, entre os quais Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra e Espanha.

    Ao longo da análise, os cientistas compararam o genoma de Glennie ao de homens, cachorros, ratazanas, gambás e galinhas: o ornitorrinco compartilha 82% de seus genes. Este animal conta com 18,5 mil genes, dos quais dois terços também aparecem no homem.

    O ornitorrinco nada com olhos, ouvidos e narinas fechados, guiando-se graças a receptores sensoriais em seu bico para detectar os campos elétricos emitidos por suas presas. Além disso, a fêmea não possui tetas para amamentar os filhotes – estes sugam o leite que sai da pele da mãe, como os marsupiais.

    [editar] Reprodução

    A sua reprodução não ocorre até o ornitorrinco completar 7 anos. Isto é, em parte, devido ao fato do macho ser incapaz de produzir esperma até essa altura e de a fêmea não estar receptiva em todas as estações. Para que a reprodução possa ocorrer, os órgãos reprodutivos da fêmea e os do macho terão de aumentar o de tamanho até que atinja a maturidade sexual o que deve ocorrer entre cinco e sete anos. Alcançam o seu tamanho máximo entre Julho e Agosto, altura em que a cópula ocorre. Durante todo esse tempo o corpo da fêmea adapta-se de modo a produzir o leite para as suas crias, a partir de dois mamilos (glândulas sudoríparas modificadas) localizados no seu abdómen, cercados por pêlo. Acredita-se que os jovens obtêm esse leite pressionando os poros com as glandulas sudoriparas modificadas e as estimulam para a produção de leite. Pouco se sabe acerca do ritual de acasalamento do ornitorrinco, mas as observações de animais em cativeiro, forneceram algumas pistas relativamente a este processo. Começará, então, com um processo natatório em que o macho e a fêmea se vão aproximando, para que no final se possa realizar o contacto. Este comportamento é iniciado a maior parte das vezes pela fêmea. Após esta demonstração de interesse por parte da fêmea, em copular, o macho agarrará então a cauda da fêmea com o seu bico, subindo parcialmente, a partir desta posição, para as suas costas de modo a obter uma posição apropriada para a cópula. Ondulará então a sua cauda em volta do abdómen da fêmea, de modo que o seu pênis, localizado na sua cloaca (cavidade única por onde urina, defeca e que serve como órgão reprodutor) possa ser introduzido dentro da cloaca feminina. Se for bem sucedido, o fecundação ocorrerá.

    Não se sabe ao certo o tempo durante o qual decorre a gestação. No equidna (a única outra espécie de mamíferos que põe ovos) a gestação dura aproximadamente um mês, logo poder-se-á inferir que o tempo será semelhante. A fêmea pode produzir entre um e três ovos, embora o número habitual seja de aproximadamente dois. Estes ovos têm entre 16 e 18mm altura e 14 e 15mm de largura. Estes ovos são semelhantes aos dos répteis, pegajosos e com uma pele macia. Uma vez postos os ovos, a mãe incuba-os na sua toca (que tem aproximadamente 30 cm de largura e é feita com uma mistura de vegetação). Mas, ao contrário do Echidna, o ornitorrinco fêmea não tem uma bolsa, por isso coloca o seu corpo em volta dos ovos a fim de incubá-los, processo que dura aproximadamente entre 10 a 12 dias, tendo como resultado o nascimento de um jovem ornitorrinco com cerca de 18 mm de comprimento. Os jovens nascem então na toca, alimentando-se do leite materno, durante aproximadamente 3 ou 4 meses. Quando saem da toca têm, então, já cerca de 80% do seu tamanho adulto e 60% do peso de um adulto. Após o abandonar da toca, continuarão ainda a alimentar-se do leite materno, até que o possam fazer sozinhos.
    Esqueleto de um ornitorrinco.
    Esqueleto de um ornitorrinco.

    [editar] Estado de conservação

    Exceto para a perda de habitat que ocorreu no estado de Austrália Meridional, o ornitorrinco ocupa a mesma distribuição geral, como o fazia antes dos europeus chegarem à Austrália. No entanto, as alterações locais e fragmentação da distribuição devido à modificação do seu habitat humano são documentados. A espécie históricamente ocorreu com uma abundância, porém, é de certo que tenha diminuído em números, embora ainda a ser considerado como uma espécie comum durante na maior parte da sua actual gama. A espécie foi extensivamente caçada para a sua pele até os primeiros anos de século 20 e, embora protegidos em toda Austrália, em 1905, até cerca de 1950 ainda estava em risco de afogamento nas redes de pesca nos rios. O ornitorrinco não parece estar em perigo iminente de extinção graças à medidas de conservação, mas que poderiam ser afetados pelo habitat os inconvenientes causados por barragens, irrigação, poluição, panos e armadilhas. O IUCN lista os ornitorrincos na sua Lista Vermelha como Menos Preocupante.

    Os ornitorrincos geralmente sofrem de algumas doenças no estado selvagem, no entanto, há preocupação pública generalizada na Tasmânia sobre os potenciais impactos de uma doença causada pelo fungo Mucor amphibiorum. A doença (denominada Mucormicose) afeta apenas Tos ornitorrincos da Tasmania, e não tem sido observada em ornitorrincos no continente australiano. Os ornitorrincos podem desenvolver lesões cutâneas ou úlceras em várias partes do corpo, incluindo as suas costas, caudas e pernas. A mucormicose pode matar os ornitorrincos, de morte decorrentes de infecção secundária e por que afectam os animais “capacidade de manter a temperatura corporal e forragem eficiência. A Conservação da Biodiversidade Branch no Departamento de Indústrias Primárias e Água estão colaborando com NRM norte e pesquisadores da Universidade de Tasmânia para determinar o impacto da doença sobre os ornitorrincos da Tasmania, bem como o actual mecanismo de transmissão e propagação da doença. Até recentemente, introduziu o Red Fox (vulpes vulpes) foi confinada a metrópole da Austrália, mas agora cada vez mais provas indica que está presente em baixo número na Tasmânia.

    Grande parte do mundo conheceu o ornitorrinco em 1939, quando a National Geographic Magazine publicou um artigo sobre o ornitorrinco e os esforços de estudo e levantá-la em cativeiro. Esta é uma tarefa difícil, e apenas a alguns jovens têm sido levantadas com sucesso desde – nomeadamente em Healesville Sanctuary, em Vitória. A figura do líder desses esforços foi David Fleay, que estabeleceu um platypussary – simulado um córrego em um tanque – no Healesville Sanctuary e teve um sucesso reprodutivo em 1943. Em 1972, ele encontrou um bebê morto de cerca de 50 dias de idade, que tinha sido presumivelmente nascido em cativeiro, em sua vida selvagem parque em Burleigh chefes sobre a Gold Coast, Queensland. Healesville repetir o seu sucesso em 1998 e novamente em 2000 com um fluxo semelhante tanque. Zoológico Taronga, em Sydney gêmeos criados em 2003, e tinha um outro nascimento, em 2006.

    [editar] Notas

    * Nota (a): Duas espécies fósseis foram descritas. A primeira, Ornithorhynchus agilis descrita por De Vis, em 1885, através de uma tíbia e fragmentos da mandíbula, foi, noventa e cinco anos depois, assinada como sinônimo da espécie atual, O. anatinus. A segunda, Ornithorhynchus maximus foi descrita por Willian Sutherland Dun, em 1896, entretanto, em 1999, Hall demonstrou que se tratava de um exemplar de équidna, possivelmente da espécie Zaglossus robustus [2].
    * Nota (b): Dermipus Wiedemann, 1800 e Platypus Shaw, 1799 [preoccupied] são considerado sinônimos do gênero Ornithorhynchus [3]. O termo Platypus, foi preoccupied (i. e., já usado e, assim, indisponível para outro uso) por um besouro (Coleoptera) descrito por Herbst, em 1793.

    [editar] Referências

    1. ? (8 de Maio de 2008) “{{{titulo}}}”. Nature 453. DOI:10.1038/nature06936.
    2. ? HALL, B. K. (1999). The Paradoxical Platypus. BioScience 49 (3): 211-218.
    3. ? GROVES, C. P. Order Monotremata. In: WILSON, D. E.; REEDER, D. M. (Eds.). Mammal Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference. 3. ed. Baltimore: John Hopkins University Press, 2005. v. 1, p. 1-2.

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  7. ae vitor, de um simples comentario expressando minha opnião você conseguiu abstrair que eu não toco nada, não sei nada de musica e ainda sou um bosta dum fazido, BELEZA CHAMPS!

    agora, me diz você espertão, E AE?

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  8. ornitorrincos > all

    Odeio guitarristas chatos.
    Odeio nerds viciados de videogame.
    Odeio todos os animais, exceto o ornitorrinco claro.
    Odeio o Luke
    Odeio o kel
    Odeio o théo

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  9. releia-o, e aposto que com toda a sua suposta “inteligencia” internet”ica” irá encontrar, se não encontrar, faça como o Raphael, procure no wikipédia.

    🙂

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