Mastigando a terra do sol nascente

[depoimento dado na madrugada de sábado, 29/05]

O sangue que escorre de minhas unhas neste momento é completamente justificado. Acabo de tentar perfurar minha barriga e colocar meus órgãos internos pra fora, na esperança de poder dissecá-los e tirar esta moléstia de dentro de mim.

Em tempo, acabo de chegar de um restaurante japonês.

Uma vez o poeta, num delírio inspirado e magnífico, disse que “Tudo começou há um tempo atrás, na Ilha do Sol. Destino te mandou de volta para o meu cais. Hiê, ê”. Vamos começar do começo, que geralmente é de onde as coisas começam.

Cursava eu a sexta série do ensino fundamental, na outrora gloriosa Escola Estadual Professor Bruno Pieroni. Vivíamos o ano do Senhor de 2001. Por obra do destino, eu ainda frequentava as aulas no período da tarde – de longe, o pior horário do mundo para se estudar. Não só pelo fato de que você, quando saía da escola, já era tarde o suficiente para não encontrar mais o elemento LUZ NATURAL e dificultar muito o contato com seus amiguinhos, uma vez que sua mãe não o deixava sair à noite. O problema era o povo que lá estudava, mas isso é tema para outro post.

Como minha vida social era tão movimentada quanto uma partida de xadrez na UTI do asilo, o horário que eu não estava na escola era praticamente todo coberto por horas de Playstation e televisão. Internet era uma coisa longe do meu alcance, uma vez que os videogames daquela geração ainda não permitiam seu acesso e computador era apenas um sonho.

As manhãs, entretanto, eram marcadas pelos programas matinais da Globo. Em especial Angel Mix, Bambuluá e TV Globinho. A coisa em comum nos três, além da Angélica dançando na abertura do Digimon e a capacidade de me constranger com uma programação não só voltada para crianças, mas para crianças cariocas e retardadas, eram os desenhos japoneses.

Fiz a loucura de entrar no mundo dos desenhos japoneses, começando por Pokémon e Digimon. Era leve, mas a grande variedade do produto foi me incitando a comprar mais e mais. Quando vi, já investia pesado várias vezes na semana, gastando grande quantidades de dinheiros naquilo – até o ponto de não fazer mais efeito. Tentei coisas diferentes, como Sakura Card Captors, mas não me dava tanto prazer assim.

Ela sai de saia e bicicletinha, uma mão vai no guidão e a outra capturando cartas clow

Passei para coisas mais pesadas, Dragonball Z. Aí comecei a dar trabalho para meus pais, uma vez que precisava de mais dinheiro para suprir meu vício: toda semana existiam várias publicações novas sobre DBZ, todas elas falando praticamente a mesma coisa.

Nessa de querer me aproximar da cultura japa, me peguei fazendo coisas bizarras: entre elas, comer ajoelhado na mesa de centro, usando palitos de churrasco como hashi para deliciar meu miojo… É, coisas inacreditáveis.

O ato de comer miojo com palito de churrasco me fez ter vontade de realmente comer o que japonês come. Eu tinha 13 anos, o restaurante japonês mais próximo de Sertãozinho ficava a alguns anos luz. Por isso, sempre tive a curiosidade de saber como seria, qual era o gosto de um sushi.

A minha primeira aproximação real de comida japonesa foi uma foto no fotolog de uma ex-peguete, onde ela e o namorado, em uma foto de antes e depois, se deliciavam com a famosa barca. Antes, ela cheia, robusta, vistosa e apetitosa. Depois, apenas vácuo em sua superfície. Imediatamente associei um restaurante japonês com um clima de romance, de algo legal pra se fazer em dois. E, óbvio, aumentou minha vontade de conhecer a porra da comida japonesa.

Já a primeira vez que experimentei um sushi foi quando conheci a Laura, em maio de 2008. Ao almoçarmos juntos, optei por um lanche do McDonald’s e ela preferiu comer num restaurante japonês ao lado. Quase quatro horas depois de pedir meu lanche, Laura voltou à mesa e me ofereceu: finalmente comi o maldito sushi, que tinha gosto e textura bons. Comi também um lance de legumes fritos, gostei mais dele.

Desde então, o maior contato que tive de comida japonesa foi os vídeos pornô doentios de japas que me mandam no e-mail. Não por falta de vontade, mas por falta de oportunidade.

Então que, neste sábado, eu comi comida japonesa. Antes tivesse passado fome.

DICIONÁRIO ODEIO E JUSTIFICO PARA AS COISAS QUE COMI NO RESTAURANTE JAPONÊS

Sushi: o único que sei o nome e sei do que se trata. É um bagulhinho envolto por arroz embrulhado em fita isolante comestível. É bom, mas passa longe de ter alguma graça.

Sushizão com azeitona preta: um sushi grande (daí o nome) com um molho preto por cima, que se assemelha bastante a uma azeitona preta (daí o nome).

Bifinho: filé cru de peixe que os entendidos chamam de sashimi.

Donkey-Kong: variação grotesca do bifinho, o Donkey Kong era um morrinho de arroz agasalhado por um bifinho. Grande, sem graça, difícil de comer – falaremos disso mais tarde.

Bonsai: ramo de algum tipo de verdura branco-esverdeada, creio que acelga.

Mato branco: rabanete cortado em tiras muito finas, parecida cabelo de velha.

Picles: Servido como aperitivo, era apenas um pepino em conserva. Conversamos um pouco e ele disse que queria ser picles quando crescesse.

Lembrando que eu NÃO QUERO SABER o nome das paradas. Se eu fiz um post de seis páginas no Word e não me dei o direito de pesquisar o nome de pratos japoneses, é porque eu realmente não dou a mínima pro nome dessas tranqueiras. Não me corrija, não venha dizer que SUSHI GRANDE É ISSO E AQUILO (né dona Laura). Eu vou odiar você e vou te chamar de bobão.

bobão

O banquete nipônico começou de verdade quando o garçom, ou o equivalente japonês, chegou com o fake picles. Indagados sobre qual ferramenta gostaríamos de utilizar, fomos apresentados a duas opções: os tradicionais hashis ou uma versão adaptada com uma inovação tecnológica avançadíssima, característica dos povos orientais: hashis com elásticos que, envolvendo a ponta dos palitos, fazem os mesmos abrirem as pernas como uma menina de 19 anos na sua primeira festa da faculdade, oferecendo certa resistência ao tentar fechá-las.

A inovação foi muito bem-vinda, uma vez que minhas habilidades manuais eram a última coisa com que eu gostaria de me preocupar naquele momento.

Assim que experimentei o primeiro pedaço de picles, tive a certeza de que essa experiência gastronômica não seria comum.

“Isso definitivamente vai ser diferente, mas vai passar longe de ser delicioso”.

Qual o problema com os amendoins, cara? Eu trocaria facilmente a porra dos picles por porções de amendoins ou coisas que realmente agissem como aperitivo, não algo que me desse vontade de levantar e ir embora! É como você ir numa churrascaria e alguém jogar uma capivara morta na sua mesa pra “forrar o estômago”.

Na hora de escolher o prato, não houve dúvida: estávamos ali para experimentar de tudo um pouco, curtir a experiência mesmo. Pedimos a barca (a mesma da foto da ex-peguete do início do post), que reúne um pouco de praticamente tudo o que eles tinham disponível. Pela bagatela de 70 reais, você receberia uma gama de sabores e sensações do outro lado do mundo, imperdível!!!

Até certo ponto.

Cerca de vinte minutos depois do pedido (o equivalente a seis horas e meia para quem está quase mastigando o próprio tênis de tanta fome), o garçom afro-descendente chegou com a barca, acompanhado dos pratinhos pra se colocar o sh?yu (se liga no acento reto boladão no o – tá certo agora, Asuka seu negro?).

Ao encararmos aquele novo horizonte de sabores, ficamos confusos. Por onde começar? O que é bom? O que é ruim? Com medo, esperei que Diogo tomasse a dianteira: já mandou pra dentro aquele suculento pedaço do oriente. “OK, ele não morreu, então é seguro comer”.

Não existiu o sentimento de “nossa, isso é realmente muito bom e compensou os 70 lulas que pagamos pela comida”.

A situação era tão caótica – estávamos com duas toneladas de comida nipônica na nossa frente e mesmo assim sairíamos famintos – que não poderia piorar. Então fizemos dela a mais divertida possível. Toda… coisa colocada na boca era digna de comentários – por muitas vezes maldosos, muito maldosos. O Donkey Kong, anteriormente descrito, foi o grande vilão da noite. Vamos deixar ele por último.

O segundo que experimentei foi o bifinho. Gelado, mole, sem gosto. Se você nunca comeu sashimi, vamos a mais um PASSO-A-PASSO ODEIO E JUSTIFICO de COMO PREPARAR SASHIMI.

Faça sashimi na sua casa! É fácil e muito rápido!

1º passo: Pesque o peixe;

2º passo: Mate o peixe;

3º passo: Sirva o peixe!

Não requer preparo nem tempero!

Depois experimentei o sushizão. Pedro havia comido um antes, e deu as instruções: de começo é bom, depois fica ruim, depois fica bom de novo. De fato, isso se cumpriu: quando coloquei na boca, o sabor era agradável. Depois o creme preto sem nome começou a esfregar no céu da boca, algo completamente nojento. Então tudo se misturou e virou um delicioso bolo agri-doce que pude finalmente engolir.

Sua estrutura ainda nos permitiu plantar um pequeno bonsai:

Nada como uma prática milenar pra canalizar as energias

Existe algum tipo de tradição ou regra de que não se pode cortar ou dividir as coisas ali. Ou seja, se o prato é do tamanho de um punho humano, você tem a obrigação de adaptar a geometria da sua boca de forma que caiba um volume absurdo de comida lá dentro – mesmo que seja praticamente impossível mastigar.

O Donkey Kong era um exemplo disso. Sabe-se lá de onde eu tirei esse nome, mas era o maior desafio contido naquela barca. Cerca de três metros cúbicos de arroz envoltos por um bifinho do tamanho (e da textura) de uma língua de vaca. Não descobrimos o porque da língua estar colada em escala molecular ao arroz, de forma que o conjunto todo não se dissolvesse por nada nesse mundo.

Mergulhei o maldito no shoyo e coloquei na boca (exercitando 4.328 músculos do corpo todo). Foram segundos difíceis. A imensa quantidade de comida na minha boca era inversamente proporcional ao prazer que aquilo me dava. Num exemplo clássico de abiogênese, o bifinho criou vida e começou a se mover dentro da minha boca: esfregava-se contra o céu da boca, ia e voltava, desviando das investidas de minha arcada dentária.

Quando engoli, não pude fazer outra coisa senão um sinal de vitória à là Rocky Balboa.

Infelizmente a reprodução falhou: eram dois machos

O resto da barca era composto por mato branco: acelga, broto de feijão e rabanete ralados. E chegamos à conclusão que, nunca na história deste país, gostamos tanto de rabanetes. Com o fim dos sashimis e dos sushis, sobraram na barca apenas os Donkey Kongs, praticamente não comestíveis àquela altura do campeonato.

“Ahhh, mas a comida deles é muito saudável, é rica em ômega 3!!!”.

Não é a toa que os japoneses se estupram em trens lotados, fazem cosplay e se casam com personagens de anime. Eles são assim porque COMEM MAL. Um conhecido meu só come em churrascaria e nunca casou com personagem de anime – não pode ser só coincidência.

O cara é coreano e tal, mas... qual a diferença, né?

Pode ser saudável, tu pode adiar uma parada cardíaca por 30 anos comendo um bife de peixe cru, mas cedo ou tarde a morte vem – porque então perder tempo comendo mato e peixe cru!?

Ainda vêm me falar no MSN que “comida japonesa tem que saber comer!!”. Saber comer é pagar 70 pau num prato e sair do restaurante passando fome?

Cara, COMER é a primeira coisa que tu faz depois de chorar, cagar e respirar. Comer não é um prazer carnal ou um hobby, é uma necessidade fisiológica, é um instinto. Tu não come só por gostar, tu come porque precisa. Se tu não sabe comer, alguém vai enfiar uma sonda no seu estômago e ela vai comer por você – OU VOCÊ MORRE.

Você vai num restaurante chique e pede… carne de lebre. Vem aquele prato quadrado (prato quadrado é sinal de riqueza, aprendam) com três bifinhos de carne de lebre com um molho ralo e umas ervas. Você come aquilo e se acha a pessoa mais foda do mundo.

MAL SABE VOCÊ que seu corpo gasta mais energia digerindo a carne de lebre (ou coelho) do que ganha ao comer. Ou seja, você passa duas semanas perdido na selva comendo uma tonelada de coelhos – e acaba morrendo de fome!

Pode ser o melhor restaurante desse lado da galáxia: você vai continuar comendo peixe cru e verdura. Eu posso chegar no carrinho de lanche do lado da minha casa, pagar três reais e comer um quilo de bacon envolto em raspa de chapa e um pão dormido – ainda vou comer melhor.

Comida japonesa é uma merda. Você gosta? Foda-se. Me xingue nos comentários.

[agradecimentos especiais a Hebert, Pedro, Diogo e o onipresente Fabiano por me proporcionar tal aventura. <3]

Autor: Raphs

Três palavras definem bem o autor: velho mau humorado. Fisicamente, três anos a menos. Mentalmente, sessenta anos a mais.

28 comentários em “Mastigando a terra do sol nascente”

  1. Concordo absolutamente pelo simples fato de ter passado pela mesma experiencia. Tendo uma diferença
    O Sr. por acaso se aventurou ao ponto de comer um TENTACULO de polvo CRU?
    Aqueles momentos me assombram até hoje.

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  2. Eu precisei comentar aqui por ter participado dessa experiência com meus amigos. Como já disse antes em nosso momentos de mais pura ociosidade: “…pelo menos valeu a companhia…”.
    E tenho um relato a fazer. Após ter comido apenas um pedaço daquele bife de peixe cru (foi o maximo que eu consegui comer), tive a coragem de pagar 70,00 reais pra poder entrar na FABULOSA DILA! Foi como se eu tivesse sido possuido por uma força, como se algo cotrolasse minha mente. Para quem nunca comeu, coma! Mas cuidado com os efeitos colaterais. Ahh, e claro. Parabéns pelo post!

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  3. Cara,

    Não sei onde você comeu, mas essa experiência pode realmente ser péssima ou ótima, tudo depende do preparo, já que esse tipo de comida é…foda.

    Em todo o estado do Rio Grande do Norte (conheço as principais cidades) não comi em nenhum lugar uma boa comida japonesa.

    Minha sugestão? Casa do Frango, em Fortaleza. Sim, trata-se de uma padaria chamada casa do frango que vende um dos melhores sushis do nordeste.

    Vá entender…

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  4. Não tem essa de onde é preparado cara, é ruim, mole, gelado e TOTALMENTE sem gosto. E pra completar é CARO pra caralho. Na boa, sou mais um churrascão com uma boa cerveja do que essa merda.

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  5. E nem esse texto gigante me ameaça em dizer NEM LI e tal, e que você ainda vai gostar disso e se retratar falando que é bom, num post minimalista e cheio de “S2”

    SEU GAY

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  6. Cara, vc se safou. Sorte sua não ter comido tofu ou missô ou qualquer prato quente da culinária japonesa. Esses sim são ruins.

    No mais, vc deve ter ido num restaurantezinho de merda que serve sushi velho e congelado em cima de um colosso de arroz. Dá pra ver pela falta de variedade na sua barca. Pior que isso só temakeria….

    Mas gostei do post, rs

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  7. Bem.

    Deixo a sugestão (que acho que não será seguida, mas enfim): Wabisabi.

    È raiz forte. Um creme verde que tem o gosto de esgoto com pimenta e jamelão.

    Sério cara, é ruim pra caramba.

    E um conhecido meu CHEIROU aquilo.
    È, tem doido para tudo.

    Mas nenhuma experiência com comida japonesa tá completa sem wabisabi.

    Ah, segundo os criticos de gastronomia: Se come ANTES de ir para restaurantes. Você vai pelo gosto e não para matar a fome, segundo eles.

    Apesar de tudo, eu ainda continuo preferindo bacon.

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  8. Huhauhauahuahua PERFEITO! COMIDA JAPONESA É UMA BOSTA. ODEIO, ODEIO E ODEIO AQUELA COISA NOJENTA.
    E ALGUÉM VEM DIZER AINDA QUE É SABOROSA? CONVENHAMOS.

    EXCELENTE POST, CONCORDO EM GÊNERO, NÚMERO E GRAU.

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  9. Tanto faz, eu curto comida japonesa, acho que me sacia a fome com facilidade, mas como cê disse, é comida, não adianta de nada eu pagar mais caro por um sushi só pra dizer que eu comi uma vez na vida e não se sentir saciado quando eu tenho o salgado com refrigerante que enche mais e mata a fome.

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  10. Não é o preço, não é o lugar…é o gosto, isso sim seria o pior, mas não é! Não, não é o pior ainda, realmente tem coisa pior, pior do que encarar aquela comida que mais parece isopor com água gelada, tem sim. Vou explicar: Fui com uma ex-namorada, deve ser ex até por isso, bom, fomos num restaurante japonês tradicional daqui, e o negócio já começou logo que eu entrei, todos olhavam com espanto e uma certa curiosidade, sou descendente de índio, tenho cabelo preto e liso, pareço um japonês caramelado, me olhavam com uma cara de queporraéessa! Será que esse conterrâneo fez bronzeamento artificial?, e a minha ex, essa sim descendente nipônica direta fingia não nada perceber. E a cara do metri, um sorriso, mas do que forçado, com cara de come, paga e se manda seu FDP. E eu tirei tudo de letra, fingi que comi, paguei e me mandei pró forró, comer, dançar e beber até de manhã…e pagando pouco. Gostei do post…Há ia esquecendo – vestir o kimono, que chamo de” kincomodo”, sem sujar a barra do mesmo na comida foi um show a parte, no final ele estava mais prá “kinojo”.

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  11. eu gosto muito de comida japonesa, e muitos lugares achei muito ruim(inclusive em restaurantes especializados) eu percebi isso quando eu acho gostoso. 1 shoyo e wasabi no sashimi(sinão num vai ter gosto mesmo”a não ser quando o sushiman ja poem 1 pouco de wasabi entre o peixe e o arroz para ter gosto). Estou para intender até agora o que seria o donkey kong… se for um cone é um temaki e eu também acho uma merda comer akilo(mesmo gostando pq é muito grande) fora que todo restaurante japones tem salmão grelhado que é ”normal” mas até ai se você não gosto e traumatizo esqueçe ela, tem muitas outras culinarias boas por ai vide hot-dog ^^

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  12. Odeio a comida japonesa e os japoneses também, raça ruim de mulheres interesseiras e homens pervertidos. Tenho vontade de socar a cara de qualquer japonês que vejo na rua, acho que sou meio doida e super preconceituosa quando se diz respeito a japoneses, mas tirando o ódio inexplicável, eu tenho pena deles também, pois deve ser horrível olhar pro lado e ver que qualquer pessoa pode te substituir em qualquer situação, afinal são todos iguais e ninguém notaria a diferença. Deve ser por isso que eles sempre tentam serem melhores em algo especifico, para se destacarem. Fora do Japão são exóticos, dentro de lá são apenas mais um grão de areia na praia. (O Japão é um país top de linha, moldado por Japoneses inteligentes, o que não muda meu pensamento sobre personalidade e características físicas horrorosas).

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